Do texto clínico ao GDH,
sem o caminho todo à mão.
O Codex lê a documentação do episódio, propõe os códigos ICD-10-CM/PCS com a passagem clínica que os sustenta, agrupa em GDH e mostra o valor do episódio no momento em que ele é codificado. O médico codificador valida e decide — deixa de começar em folha em branco e passa a começar em proposta fundamentada.
Desenhado para o sistema de financiamento hospitalar português: ICD-10-CM/PCS, agrupamento APR-DRG, valorização por peso relativo e ligação ao SIMH (em desenvolvimento).
Quatro passos, um deles humano por desenho.
A codificação é acto médico e continua a sê-lo. O Codex não substitui o passo da decisão: prepara tudo o que o antecede e executa tudo o que o segue.
Passo umLê o episódio inteiro
Relatórios de alta, notas de evolução, resultados, registos de bloco. O Codex reúne e lê a documentação dispersa do episódio antes de o codificador a abrir.
Tira do caminhoA recolha e a leitura integral de documentação espalhada por vários sistemas e formatos.
Passo doisPropõe os códigos, com a passagem que os sustenta
Diagnóstico principal, secundários e procedimentos em ICD-10-CM/PCS. Cada sugestão traz a frase do processo clínico que a fundamenta, com ligação ao documento de origem.
Tira do caminhoA procura da evidência para sustentar — ou recusar — cada código. E deixa a justificação escrita, que é o que a auditoria interna precisa e que hoje raramente existe.
- Passo humano — não automático
Passo trêsO codificador valida
Aceitar, alterar, acrescentar, recusar. A decisão é sempre do médico codificador, e cada intervenção fica registada.
Porque é assimA codificação é acto médico no enquadramento português, e o artigo 1.º-C do Código dos Contratos Públicos, aditado pelo Decreto-Lei n.º 177/2026, inscreve na lei o princípio de supervisão e contributo humano no uso de IA pela Administração.
Passo quatroAgrupa, valoriza e devolve ao sistema
Sobre os códigos validados, o Codex aplica o agrupamento, devolve o GDH e o nível de severidade, e apresenta a leitura do valor do episódio a partir do peso relativo.
Ligação ao SIMH · em desenvolvimentoTira do caminhoA transcrição manual de códigos entre sistemas — e o erro que lhe anda associado. E encurta a distância entre codificar e saber o que o episódio vale, que hoje é de meses.
O ganho não está em cada passo isolado. Está em o codificador chegar ao episódio com o trabalho de preparação feito, e em a instituição saber o que tem codificado enquanto ainda há margem para agir.
O volume sobe, a capacidade não pode subir com ele.
A codificação clínica é hoje um dos pontos mais estreitos da cadeia que liga o registo clínico ao financiamento hospitalar — e está a ficar mais estreito por razões que nenhuma instituição controla.
- 30 dias após a alta
O prazo é exigente por desenho
O Acordo Modificativo ao Contrato-Programa fixa 30 dias após a alta para codificar, agrupar e auditar cada episódio. É um prazo curto para um processo que exige leitura integral de documentação clínica por um médico codificador, e a pressão sobre ele é estrutural: aplica-se a todos, todos os meses, sobre todo o volume.
Fonte: Acordo Modificativo ao Contrato-Programa, Cláusula 5.ª, n.º 2 — ACSS - 1,4 % de reforço de pessoal sem termo em 2026
O recurso é escasso e está contingentado
O médico codificador é recurso especializado e escasso. O Quadro Global de Referência do SNS para 2026-2028 limita o reforço de pessoal sem termo a 1,4 % em 2026 para todo o SNS. A resposta ao volume não pode vir de mais pessoas.
Fonte: Despacho n.º 10981-A/2026 - Quatro indicadores construídos a partir da codificação
E o output da codificação pesa mais do que pesava
Quatro dos indicadores pelos quais cada ULS é avaliada até 2028 são construídos a partir do resultado da codificação — entre eles a hospitalização domiciliária em GDH, cuja meta mais do que duplica. A codificação deixou de ser trabalho administrativo de retaguarda e passou a ser a fonte de dados por onde a instituição é medida.
Fonte: Despacho n.º 10981-A/2026
Nacionalmente, 23,12 % dos episódios do SNS estão por codificar. É a medida da distância entre o que o processo actual consegue dar e o que lhe está a ser pedido — e é o espaço onde a codificação assistida faz diferença.
Fonte: Base de Dados de Morbilidade Hospitalar — ACSSA vista que hoje só existe depois do apuramento.
Acima do trabalho episódio a episódio, o Codex entrega à gestão a leitura em tempo real do que está codificado, do que falta e do que isso representa.
- Prazo
Prazo, em tempo real
Quantos episódios estão dentro dos 30 dias, quantos estão fora e quantos vão sair esta semana, por serviço e por responsável. A informação chega enquanto ainda há margem para agir, e não no apuramento.
- Pendente
O que o stock por codificar representa
Cada episódio por codificar é índice de case-mix que ainda não entrou no apuramento. O painel põe valor em euros no que está pendente.
- Produção
Realizado contra contratado
O Apêndice II fixa a produção contratada por linha. O painel compara realizado com contratado, por banda e por serviço, ao mês.
- Auditoria
Auditoria contínua, não por amostra
O motor vê todos os episódios: divergências entre código proposto e validado, documentação insuficiente para sustentar o GDH, padrões por serviço. A auditoria deixa de ser trabalho de amostragem a posteriori.
Nenhuma destas quatro vistas existe quando a codificação é entregue a um prestador externo. É a diferença entre comprar capacidade e ter a cadeia toda instrumentada.
Dados de saúde tratados como o que são.
A instituição é responsável pelo tratamento; a PHM Care actua como subcontratante, com contrato de subcontratação nos termos do artigo 28.º do RGPD. Dados de saúde são categoria especial do artigo 9.º, e o produto é construído a partir dessa restrição e não à volta dela.
Contrato de subcontratação art. 28.º RGPD
Objecto e duração, instruções documentadas, confidencialidade, segurança, sub-subcontratação só com autorização, devolução ou eliminação no final, direito de auditoria.
Os vossos dados não treinam modelos
Compromisso contratual, não política interna.
Rasto de auditoria completo
Cada sugestão com a passagem clínica que a sustenta e o registo de quem validou, o quê e quando.
Supervisão humana como requisito, não como opção
É o passo 03 do fluxo, e está alinhado com o artigo 1.º-C do Código dos Contratos Públicos.
Vejam o Codex
a correr
sobre um episódio.
Uma sessão de 30 minutos, sobre um caso real anonimizado ou sobre um exemplo nosso, consoante preferirem. Mostramos o percurso completo — documentação, códigos propostos com justificação, validação, GDH e valor do episódio — e respondemos às perguntas de integração e de proteção de dados na mesma conversa.
Se quiserem, levamos também o dimensionamento da vossa instituição, calculado a partir de documentos públicos.