Codificação clínica assistida por IA · ICD-10-CM/PCS · GDH

Do texto clínico ao GDH,
sem o caminho todo à mão.

O Codex lê a documentação do episódio, propõe os códigos ICD-10-CM/PCS com a passagem clínica que os sustenta, agrupa em GDH e mostra o valor do episódio no momento em que ele é codificado. O médico codificador valida e decide — deixa de começar em folha em branco e passa a começar em proposta fundamentada.

Desenhado para o sistema de financiamento hospitalar português: ICD-10-CM/PCS, agrupamento APR-DRG, valorização por peso relativo e ligação ao SIMH (em desenvolvimento).

Fluxo de um episódioExemplo ilustrativo
Estado um
Documentação do episódio
Estado dois
Códigos propostos, com justificação
↗ passagem do processo clínico · documento de origem
Validação humanaO médico codificador aceita, altera, acrescenta ou recusa.
Estado três
GDH e severidade
Estado quatro
Valor do episódio
a partir do peso relativo
Exemplo ilustrativo. Sem dados de doentes: as barras representam texto, não valores.
Como funciona

Quatro passos, um deles humano por desenho.

A codificação é acto médico e continua a sê-lo. O Codex não substitui o passo da decisão: prepara tudo o que o antecede e executa tudo o que o segue.

  1. Passo umLê o episódio inteiro

    Relatórios de alta, notas de evolução, resultados, registos de bloco. O Codex reúne e lê a documentação dispersa do episódio antes de o codificador a abrir.

    Tira do caminho

    A recolha e a leitura integral de documentação espalhada por vários sistemas e formatos.

  2. Passo doisPropõe os códigos, com a passagem que os sustenta

    Diagnóstico principal, secundários e procedimentos em ICD-10-CM/PCS. Cada sugestão traz a frase do processo clínico que a fundamenta, com ligação ao documento de origem.

    Tira do caminho

    A procura da evidência para sustentar — ou recusar — cada código. E deixa a justificação escrita, que é o que a auditoria interna precisa e que hoje raramente existe.

  3. Passo humano — não automático

    Passo trêsO codificador valida

    Aceitar, alterar, acrescentar, recusar. A decisão é sempre do médico codificador, e cada intervenção fica registada.

    Porque é assim

    A codificação é acto médico no enquadramento português, e o artigo 1.º-C do Código dos Contratos Públicos, aditado pelo Decreto-Lei n.º 177/2026, inscreve na lei o princípio de supervisão e contributo humano no uso de IA pela Administração.

  4. Passo quatroAgrupa, valoriza e devolve ao sistema

    Sobre os códigos validados, o Codex aplica o agrupamento, devolve o GDH e o nível de severidade, e apresenta a leitura do valor do episódio a partir do peso relativo.

    Ligação ao SIMH · em desenvolvimento
    Tira do caminho

    A transcrição manual de códigos entre sistemas — e o erro que lhe anda associado. E encurta a distância entre codificar e saber o que o episódio vale, que hoje é de meses.

O ganho não está em cada passo isolado. Está em o codificador chegar ao episódio com o trabalho de preparação feito, e em a instituição saber o que tem codificado enquanto ainda há margem para agir.

Porque agora

O volume sobe, a capacidade não pode subir com ele.

A codificação clínica é hoje um dos pontos mais estreitos da cadeia que liga o registo clínico ao financiamento hospitalar — e está a ficar mais estreito por razões que nenhuma instituição controla.

  • 30 dias após a alta

    O prazo é exigente por desenho

    O Acordo Modificativo ao Contrato-Programa fixa 30 dias após a alta para codificar, agrupar e auditar cada episódio. É um prazo curto para um processo que exige leitura integral de documentação clínica por um médico codificador, e a pressão sobre ele é estrutural: aplica-se a todos, todos os meses, sobre todo o volume.

    Fonte: Acordo Modificativo ao Contrato-Programa, Cláusula 5.ª, n.º 2 — ACSS
  • 1,4 % de reforço de pessoal sem termo em 2026

    O recurso é escasso e está contingentado

    O médico codificador é recurso especializado e escasso. O Quadro Global de Referência do SNS para 2026-2028 limita o reforço de pessoal sem termo a 1,4 % em 2026 para todo o SNS. A resposta ao volume não pode vir de mais pessoas.

    Fonte: Despacho n.º 10981-A/2026
  • Quatro indicadores construídos a partir da codificação

    E o output da codificação pesa mais do que pesava

    Quatro dos indicadores pelos quais cada ULS é avaliada até 2028 são construídos a partir do resultado da codificação — entre eles a hospitalização domiciliária em GDH, cuja meta mais do que duplica. A codificação deixou de ser trabalho administrativo de retaguarda e passou a ser a fonte de dados por onde a instituição é medida.

    Fonte: Despacho n.º 10981-A/2026
23,12 %

Nacionalmente, 23,12 % dos episódios do SNS estão por codificar. É a medida da distância entre o que o processo actual consegue dar e o que lhe está a ser pedido — e é o espaço onde a codificação assistida faz diferença.

Fonte: Base de Dados de Morbilidade Hospitalar — ACSS
Para quem responde pelo contrato-programa

A vista que hoje só existe depois do apuramento.

Acima do trabalho episódio a episódio, o Codex entrega à gestão a leitura em tempo real do que está codificado, do que falta e do que isso representa.

Nenhuma destas quatro vistas existe quando a codificação é entregue a um prestador externo. É a diferença entre comprar capacidade e ter a cadeia toda instrumentada.

Segurança

Dados de saúde tratados como o que são.

A instituição é responsável pelo tratamento; a PHM Care actua como subcontratante, com contrato de subcontratação nos termos do artigo 28.º do RGPD. Dados de saúde são categoria especial do artigo 9.º, e o produto é construído a partir dessa restrição e não à volta dela.

  • Contrato de subcontratação art. 28.º RGPD

    Objecto e duração, instruções documentadas, confidencialidade, segurança, sub-subcontratação só com autorização, devolução ou eliminação no final, direito de auditoria.

  • Os vossos dados não treinam modelos

    Compromisso contratual, não política interna.

  • Rasto de auditoria completo

    Cada sugestão com a passagem clínica que a sustenta e o registo de quem validou, o quê e quando.

  • Supervisão humana como requisito, não como opção

    É o passo 03 do fluxo, e está alinhado com o artigo 1.º-C do Código dos Contratos Públicos.

VIIIFalar com a equipa

Vejam o Codex
a correr
sobre um episódio.

Uma sessão de 30 minutos, sobre um caso real anonimizado ou sobre um exemplo nosso, consoante preferirem. Mostramos o percurso completo — documentação, códigos propostos com justificação, validação, GDH e valor do episódio — e respondemos às perguntas de integração e de proteção de dados na mesma conversa.

Se quiserem, levamos também o dimensionamento da vossa instituição, calculado a partir de documentos públicos.

Resposta em 24h · BAA na assinatura · sem PHI necessário para a demo

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Do contrato à primeira recomendação
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PHI sai do seu perímetro
Override clínico — quem cuida tem sempre a última palavra